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Relação mestre e discípulo na obra Vida de Galileu de Bertold Brecht

Relação mestre e discípulo na obra Vida de Galileu de Bertold Brecht

Tomar a aplaudida obra teatral Vida de Galileu, de Bertolt Brecht, e, nela, a relação mestre-discípulo de Galileu com seu auxiliar-aprendiz Andrea, como eventual e possível paradigma inspirador da relação professor-aluno nos dias de hoje, é de per si uma ideia brilhante. Fazê-lo quando se comemora o centenário do renomado filósofo-educador universal Paulo Freire, uma ideia ainda mais luminosa e oportuna. […]

Ao fazerem um breve apanhado de partes centrais dessa obra brechtiana, os autores – dentre tantos aspectos que chamam a atenção de cada leitor, segundo sua própria experiência, seus interesses e suas indagações – irão fazer, explícita ou implicitamente, alguns destaques que, no meu entender, merecem ser aqui apontados: 1) evidentemente, o papel pioneiro de Galileu quando dos primeiros passos da ciência moderna; 2) o papel, retardador do avanço da ciência moderna, exercido por visões e crenças obscurantistas, fortalecidas, ao longo dos séculos, por múltiplos interesses, sacralizadas pelas autoridades eclesiásticas e garantidas pelas civis dos Estados laicos ou teocráticos; 3) a finalidade da ciência, do conhecimento, e sua relação com o bem-estar da humanidade, do que decorreria sua imprescindível aproximação com o povo; 4) a distinção e a ideal complementaridade entre o trabalho do cientista e o do professor, assim como o papel subversivo, revolucionário, de um e de outro, quando criam a dúvida e despertam o olhar crítico do povo; 5) a não neutralidade da ciência e os perigos da fé ingênua que nela depositam cientistas e não cientistas. […]

Será também inevitável aos leitores deste livro olhar para o presente e o futuro próximo de nosso país e para o papel insubstituível de cientistas e professores na obra por excelência da ciência e da educação de transformar crianças, jovens e adultos de qualquer idade, de seres dependentes e heterônomos em seres plenamente humanos e autônomos para a construção coletiva, comum, de uma nação justa, civilizada e soberana.

Extratos do prefácio de Valdemar Sguissardi

Economia na pandemia

Economia na pandemia

Este livro coletivo é resultado do esforço empreendido por pesquisadore(a)s nas discussões realizadas durante as atividades do curso de extensão intitulado Economia na Pandemia: a conjuntura de crise global e os rebatimentos na economia, na política e no meio ambiente, promovido pelos docentes do Curso de Ciências Econômicas em parceria com os membros do Observatório do Fundo Público (OFP) – Núcleo de estudo, pesquisa e extensão, ambos, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar) – no período de 30 de setembro a 18 de dezembro de 2020; e com a contribuição do Centro de Estudos do Trabalho e Ontologia do Ser Social (CETROS), da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
O que era uma “gripezinha” tornou-se um genocídio da população brasileira, em especial, daqueles extratos mais vulneráveis econômica e socialmente.

Na essência, a estratégia política e econômica adotada pelo governo Bolsonaro para sair da crise de acumulação do capitalismo global aprofundada pela pandemia combinou necropolítica e neoliberalismo hayekiano; o que, por um lado, levou um maior número de brasileiro(a)s a se contaminar e morrer pelo negacionismo e, por outro, relegou muito(a)s trabalhadore(a)s ao confinamento, sem trabalho ou auxílio emergencial digno e levou outro(a)s a serem obrigados a continuar nos seus postos de trabalho sem proteção e com salários rebaixados.

Essa estratégia necroneoliberal foi fundamental para a explosão da contaminação e da morte entre a classe trabalhadora, uma vez que sem trabalho e sem auxílio emergencial ou com trabalho desprotegido e com renda reduzida, milhares de trabalhadore(a)s morreram de fome e/ou sem ar, contaminado(a)s por Covid-19, nas suas casas ou nas longas filas dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), sucateado desde sua criação. Contribuiu, também, para que menos recursos públicos fossem destinados para os gastos com as políticas sociais, favorecendo a redistribuição do gasto federal em favor da fração da burguesia financeira nacional e internacional, credora da dívida pública federal brasileira.

Essa coletânea foi pensada nesse cenário de radicalização política e econômica para inibir a crise de acumulação e salvaguardar os lucros da fração da burguesia financeira nacional e internacional deixando um rastro de destruição e mortes na classe trabalhadora.

Relação mestre e discípulo na obra Vida de Galileu de Bertold Brecht

Relação mestre e discípulo na obra Vida de Galileu de Bertold Brecht

Tomar a aplaudida obra teatral Vida de Galileu, de Bertolt Brecht, e, nela, a relação mestre-discípulo de Galileu com seu auxiliar-aprendiz Andrea, como eventual e possível paradigma inspirador da relação professor-aluno nos dias de hoje, é de per si uma ideia brilhante. Fazê-lo quando se comemora o centenário do renomado filósofo-educador universal Paulo Freire, uma ideia ainda mais luminosa e oportuna. […]

Ao fazerem um breve apanhado de partes centrais dessa obra brechtiana, os autores – dentre tantos aspectos que chamam a atenção de cada leitor, segundo sua própria experiência, seus interesses e suas indagações – irão fazer, explícita ou implicitamente, alguns destaques que, no meu entender, merecem ser aqui apontados: 1) evidentemente, o papel pioneiro de Galileu quando dos primeiros passos da ciência moderna; 2) o papel, retardador do avanço da ciência moderna, exercido por visões e crenças obscurantistas, fortalecidas, ao longo dos séculos, por múltiplos interesses, sacralizadas pelas autoridades eclesiásticas e garantidas pelas civis dos Estados laicos ou teocráticos; 3) a finalidade da ciência, do conhecimento, e sua relação com o bem-estar da humanidade, do que decorreria sua imprescindível aproximação com o povo; 4) a distinção e a ideal complementaridade entre o trabalho do cientista e o do professor, assim como o papel subversivo, revolucionário, de um e de outro, quando criam a dúvida e despertam o olhar crítico do povo; 5) a não neutralidade da ciência e os perigos da fé ingênua que nela depositam cientistas e não cientistas. […]

Será também inevitável aos leitores deste livro olhar para o presente e o futuro próximo de nosso país e para o papel insubstituível de cientistas e professores na obra por excelência da ciência e da educação de transformar crianças, jovens e adultos de qualquer idade, de seres dependentes e heterônomos em seres plenamente humanos e autônomos para a construção coletiva, comum, de uma nação justa, civilizada e soberana.

Extratos do prefácio de Valdemar Sguissardi

Economia na pandemia

Economia na pandemia

Este livro coletivo é resultado do esforço empreendido por pesquisadore(a)s nas discussões realizadas durante as atividades do curso de extensão intitulado Economia na Pandemia: a conjuntura de crise global e os rebatimentos na economia, na política e no meio ambiente, promovido pelos docentes do Curso de Ciências Econômicas em parceria com os membros do Observatório do Fundo Público (OFP) – Núcleo de estudo, pesquisa e extensão, ambos, da Universidade Federal do Delta do Parnaíba (UFDPar) – no período de 30 de setembro a 18 de dezembro de 2020; e com a contribuição do Centro de Estudos do Trabalho e Ontologia do Ser Social (CETROS), da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
O que era uma “gripezinha” tornou-se um genocídio da população brasileira, em especial, daqueles extratos mais vulneráveis econômica e socialmente.

Na essência, a estratégia política e econômica adotada pelo governo Bolsonaro para sair da crise de acumulação do capitalismo global aprofundada pela pandemia combinou necropolítica e neoliberalismo hayekiano; o que, por um lado, levou um maior número de brasileiro(a)s a se contaminar e morrer pelo negacionismo e, por outro, relegou muito(a)s trabalhadore(a)s ao confinamento, sem trabalho ou auxílio emergencial digno e levou outro(a)s a serem obrigados a continuar nos seus postos de trabalho sem proteção e com salários rebaixados.

Essa estratégia necroneoliberal foi fundamental para a explosão da contaminação e da morte entre a classe trabalhadora, uma vez que sem trabalho e sem auxílio emergencial ou com trabalho desprotegido e com renda reduzida, milhares de trabalhadore(a)s morreram de fome e/ou sem ar, contaminado(a)s por Covid-19, nas suas casas ou nas longas filas dos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS), sucateado desde sua criação. Contribuiu, também, para que menos recursos públicos fossem destinados para os gastos com as políticas sociais, favorecendo a redistribuição do gasto federal em favor da fração da burguesia financeira nacional e internacional, credora da dívida pública federal brasileira.

Essa coletânea foi pensada nesse cenário de radicalização política e econômica para inibir a crise de acumulação e salvaguardar os lucros da fração da burguesia financeira nacional e internacional deixando um rastro de destruição e mortes na classe trabalhadora.

*O selo Diagrama Acadêmico é voltado para publicações acadêmico-científicas e segue as melhores práticas exigidas pelos órgãos de fomento.

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